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MUDANÇA DE RUMO: Depois de sinalizar o fim do teto de gastos, Presidente Bolsonaro muda de ideia

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Presidente Bolsonaro em momento feliz em Anápolis

(Brasília-DF, 05/09/2019) O dia promete ser intenso de decisões que virão da Presidência da República. Logo cedo, o Presidente Jair Bolsonaro fez postagens em suas redes sociais, especialmente, o Twitter tratando de redução de custos da máquina pública. Ele foi logo defendendo a PEC de Gastos que foi aprovada pelo Governo Michel Temer e que sugeriu que não iria mais ser prioridade de seu governo. Ele disse que tem que preservar a medida.

“Temos que preservar a Emenda do Teto. Devemos sim, reduzir despesas, combater fraudes e desperdícios. Ceder ao teto é abrir uma rachadura no casco do transatlântico. O Brasil vai dar certo. Parabéns a nossos ministros pelo apoio às medidas econômicas do Paulo Guedes.”, disse, logo no início do dia.

ECONOMIA

Em seguida ele fez postagens sobre mudanças que o Ministério da Economica estaria montando para Esplanada dos Ministérios.

“Estamos fazendo a parte que cumpre ao Poder Executivo Federal no enxugamento da máquina pública. Redução de 29 para 22 Ministérios, extinção de 21 mil cargos e comissões e muito mais que pode ser visto em http://bolsonaro.com.br “, disse, inicialmente sobre esse assunto.

Ele destacou que são iniciativas que vão buscar a racionalidade e sustentabilidade.

“As medidas fazem parte da iniciativa Esplanada Sustentável, que tem como objetivo promover a adoção de modelos de gestão voltadas ao uso racional de recursos naturais e à sustentabilidade ambiental e socioeconômica. Mais detalhes no  @MinEconomia”, afirmou.

Ele falou também de redução de gastos com energia elétrica.

“Governo prepara projetos para reduzir gasto com energia elétrica no setor público. Revisão de contratos e geração de energia solar diminuirão custos em até 90%. A ideia é mudar o consumo com instalação de micro usinas fotovoltaicas nos prédios anexos da Esplanada dos Ministérios.”, disse.

COMO FOI ANTES

As medidas no Governo Bolsonaro podem mudar num piscar de olhos. Na verdade, dorme-se com uma medida e no outro dia cedo tudo pode mudar. Nessa quarta-feira, 04, o General Otávio Rêgo Barros, porta-voz da Presidência da República, disse que  presidente Jair Bolsonaro defendia a flexibilização do teto de gastos imposto pela Emenda Constitucional 95, aprovada em 2016.

A  propostam, segundo Barros em coletiva aos jornalistas no Planalto, ainda está em análise pela equipe econômica do governo. Em seguida, será apresentada a Bolsonaro, que “deliberará e poderá eventualmente apresentar ferramenta legislativa ao Congresso”.

O presidente, segundo o porta-voz, entende a necessidade de alterar a regra já que ela limita as possibilidades de custeio pelo Executivo de políticas públicas. Caso não haja uma flexibilização, acrescentou, poderá haver prejuízos graves em áreas importantes.

“O presidente defende mudança pois, se não for feita, nos próximos anos a tendência é o governo federal ficar sem recursos para pagar despesas de manutenção da máquina pública. Se isso não for feito, a partir de 2021 o teto será um problema”, projetou Rêgo Barros.

O porta-voz falou mais sobre o tema.  “O governo não irá exigir mais impostos para conseguir equilibrar as contas públicas. Então é preciso mudar a dinâmica das mudanças obrigatórias”, declarou.

( da redação com informações do Twitter e assessoria. Edição: Genésio Araújo Jr)

 

 

 

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