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Randon inicia este mês produção de vagões para cargas a granel

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Unidade de Araraquara (SP), inaugurada em março deste ano, vai começar a produzir vagões Hopper de bitola larga e capacidade volumétrica de 149 metros cúbicos

A fábrica da Randon inicia, ainda neste mês, a produção de vagões do tipo Hopper. O nome do(s) cliente(s) e a quantidade de vagões não foram divulgados. “A unidade industrial de Araraquara (SP) foi planejada e construída para a fabricação de todos os tipos de vagões ferroviários.

Os primeiros vagões produzidos na unidade foram do modelo Plataforma e, dentro do nosso projeto de implementação das demais linhas produtivas, os próximos modelos serão do tipo Hopper”, declarou o diretor de Inovação e Tecnologia Sandro Trentin.

Os vagões Hopper são de bitola larga e capacidade volumétrica de 149 m³ próprios para o transporte de cargas a granel tais como: grãos, farelos, fertilizantes, açúcar, entre outros, com carregamento pelas escotilhas superiores e descarga através de sistema de descarga rápida inferior, tecnologia patenteada pela Randon.

Questionado sobre o ritmo de produção da unidade de Araraquara, inaugurada em março, Trentin respondeu: “O 'ramp up' de produção da unidade tem acontecido de acordo com nosso plano de negócios e atendido às expectativas de segurança, qualidade e produtividade. [A expressão ramp up é geralmente usada na indústria para definir a curva ascendente de evolução do ritmo de produção, período em que as linhas produtivas vão se desenvolvendo entre a fase de início da produção até atingir o volume diário planejado].

O primeiro lote de vagões de carga entregue pela fábrica foi destinado à MRS. Trata-se de vagões plataforma, modelo PET, projetados para o transporte de materiais siderúrgicos e contêineres de 20” e 40”.

O portfólio de produtos para o segmento ferroviário da Randon Araraquara conta com os modelos hopper, gôndola, tanque, carga geral, plataforma, sider e telescópico.

Com uma área total de 122 hectares, 25 mil m² dos quais ocupados pela fábrica, área administrativa e apoio, a unidade – que recebeu investimentos de R$ 100 milhões – tem capacidade para produzir até 2 mil unidades/ano entre semirreboques e vagões ferroviários.

Artur Hugen, com Revista Ferroviária/Foto: Divulgação

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