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Petrobras queria aumentar diesel, mas Bolsonaro manda segurar preço

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Presidente teria determinado que a companhia revisasse a decisão de elevar o preço do combustível

A Petrobras desistiu nesta quinta-feira (11) de aumentar o preço do diesel nas refinarias após fazer o anúncio mais cedo. De acordo com o portal G1, o recuo ocorreu após uma determinação do presidente Jair Bolsonaro. Para justificar a decisão de manter o preço, a estatal afirmou que “há margem” para adiar o aumento do combustível por “alguns dias”.

Em nota, a petrolífera afirmou que, “em consonância com sua estratégia para os reajustes dos preços do diesel divulgada em 25 de março, revisitou sua posição de hedge [proteção] e avaliou ao longo do dia, com o fechamento do mercado, que há margem para espaçar mais alguns dias o reajuste no diesel“.  Leia a íntegra do comunicado.

Segundo o G1, o ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, disse que o diesel é importante para os caminhoneiros e para o transporte de cargas. Também declarou que o reajuste seria 1 solavanco na economia.

No início da tarde, a estatal chegou a informar que o valor médio do litro do combustível nas refinarias subiria 5,74%, de R$ 2,1432 para R$ 2,2662, a partir desta sexta-feira (12).

Tabela disponível no site da Petrobras, no entanto, mostra que o preço do litro do diesel segue em R$ 2,1432, mesmo valor praticado desde 22 de março.

Artur Hugen, com Poder 360/Foto Sérgio Lima/Poder 360

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